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JESUS NÃO EXISTIU! A BÍBLIA NÃO É UM LIVRO DE INSPIRAÇÃO DIVINA — 30 de agosto de 2015

JESUS NÃO EXISTIU! A BÍBLIA NÃO É UM LIVRO DE INSPIRAÇÃO DIVINA

A BÍBLIA NÃO É UM LIVRO DE INSPIRAÇÃO DIVINA ?!!!
(Matéria revisada e atualizada pelo autor)
Mas Deus (hipótese)  permitiu falsidades e inconsistências em seu livro dito sagrado?  Se Deus queria que tivéssemos suas palavras, por que não as preservou?
A Bíblia é a palavra de homens, está repleta de discrepâncias e contradições, muitas delas contradições inconciliáveis.  MOISÉS, se é que existiu,  não escreveu o Pentateuco (Os cinco primeiros livros do Antigo Testamento). E Mateus, Marcos, Lucas e João não escreveram os Evangelhos. Há outros livros que não fazem par da Bíblia, mas em que um momento ou outro foram considerados canônicos – outros  por exemplo, supostamente escritos por seguidores de Jesus, como Pedro, Tomé e Maria. O ÊXODO PROVAVELMENTE NÃO ACONTECEU COMO DESCRITO no Antigo Testamento. A CONQUISTA DA TERRA PROMETIDA PROVAVELMENTE É BASEADA EM UMA LENDA.
Eu gostaria de saber como a Bíblia seria escrita por uma mulher. E o que pensar, quando lemos na Bíblia: “Feliz de quem agarrar e esmagar teus bebês (babilônios) contra a rocha! “. ESMAGAR OS MIOLOS DE BEBÊS babilônios para se vingar do que seus pais soldados fizeram? ISSO ESTÁ NA BÍBLIA?  Isso é inspiração divina? é digno de um Deus bíblico?
E o que pensar de 1 Timóteo 2:11-5, 1 Coríntios 14:34-35, falsificado em nome de Paulo por alguém que viveu depois e que se opunha com tal veemência a que a mulher participasse  ativamente da Igreja. Que ordenou que ela ficasse calada e não “ensine ou domine o Homem”. ISSO É ÓTIMO  – AS MULHERES DEVEM SER CALADAS, SUBMISSAS e GRÁVIDAS.   Não é exatamente uma visão liberal e FEZ MUITO MAL  AO MUNDO AO LONGO DOS ANOS. E bem atual ainda no mundo islâmico.  Outras idiotices e crueldades inventadas pelo religioso também são fáceis de identificar. E não vejo a mão de nenhum Deus, por trás de tudo. Isso não foi obra de intervenção divina. Foi o resultado de simples mortais (todos eles homens), fazendo de tudo para decidir o que era certo ou errado. DEUS NÃO ESCREVEU A BÍBLIA, pessoas escreveram.
Os Evangelhos se contradizem em muito e incluem material não histórico. É DIÍCIL SABER SE MOISÉS UM DIA EXISTIU. A pessoa mais famosa que nunca existiu, Jesus Cristo , ou o que exatamente lhe atribuíram  disse ou fez.  As narrativa históricas do Antigo Testamento estão REPLETAS DE INVENÇÕES LENDÁRIAS .  O livro de Atos dos Apóstolos do Novo Testamento contém informação histórica não confiável sobre a vida e a pregação de Paulo.
Muitos dos livros do Novo Testamento são assinados por pseudônimos – escritos  não pelos apóstolos, mas por autores posteriores “alegando” serem os apóstolos. E A LISTA CONTINUA.
Com cada vez mais evidências sobre as discrepâncias (genealogia, do nascimento a vida e relatos sobre  Jesus…), muitos descobrem que sua fé  na inequivocidade  e na absoluta fidelidade histórica da Bíblia começa a fraquejar. O relato da suposta ressureição de Jesus no Evangelho de Marcos só foi acrescentado muitos anos depois.  Simplesmente há evidências demais, e conciliar todas as centenas de diferenças entre as fontes bíblicas demanda  tanta especulação e tamanhas complexas artimanhas  interpretativas que isso acaba sendo demais para eles.
NÃO  HAVENDO  TESTEMUNHAS  CONFIÁVEIS   ou consistentes no período do tempo necessário para atestar alegação tão extraordinária , finalmente podemos dizer que temos o direito, quando não a obrigação, de nos respeitarmos, o suficiente para desacreditar da coisa toda. Ou seja, a não ser que , ou até que, sejam apresentadas provas superiores, o que não aconteceu. E alegações excepcionais demandam provas excepcionais.
No Novo Testamento, o autor de Mateus não está dizendo a mesma coisa que Lucas. Marcos é diferente de João. Paulo pode não se entender com Tiago.  Quando são oferecidas  duas explicações, é preciso descartar aquela que explica menos, explica nada ou que produz mais perguntas que respostas. O autor do Apocalipse parece ser diferente de todos os outros.
E quando se joga o Antigo Testamento nessa mistura, AS COISAS FICAM MUITO CONFUSAS, mais ainda com alegações da interveniência do sobrenatural, de um espirito santo, como prova de nascimento de um suposto Jesuis. É realmente mentiras tem pernas curtas.
Os autores de Jó  AFIRMAM explicitamente QUE NÃO HÁ VIDA APÓS A MORTE .
Durante muito tempo houve um debate  acalorado sobre quais os “Evangelhos” deveriam ser considerados divinamente inspirados. Alguns defendiam esses, e alguns , outros, e muitas vidas se perderam de forma horrível em função disso. Ninguém se deu ao trabalho de dizer que todos foram escritos pelo homem muito depois do suposto drama ter terminado.   Este é um dos melhores argumentos  para a altamente questionável existência de Jesus.  Discípulos sobreviventes  analfabetos não nos deixaram qualquer registro, e de qualquer forma nunca  poderiam ter sido “cristãos”, já que nunca iriam ler esses livros posteriores em que os cristãos, precisam afirmar a crença, e de qualquer forma  não teriam qualquer ideia  de que alguém iria um dia fundar uma igreja com base nos pronunciamentos do seu avatar. Também não há uma só palavra em qualquer dos Evangelhos posteriormente montados que indique  que Jesus queria ser o fundador de uma Igreja.  Religião é criação é criação do homem e os Evangelhos são a prova disso.
Ou os Evangelhos são de certa forma essencialmente verdade, ou toda a coisa é fundamentalmente uma fraude e talvez uma  FRAUDE MORAL.  Bem, pode ser afirmado com certeza,  que os Evangelhos quase certamente NÃO SÃO  VERDADE LITERAL. Isso significa que muitos dos “ditos” e ensinamentos de Jesus são ouvir dizer em cima de ouvir dizer. A disse a B, que ouviu de C, que aprendeu com D.  O que ajuda a explicar a sua natureza truncada e contraditória.
Nunca é demais repetir a afirmação do Ivani de Araujo Medina: “-… Justificativas autobiográficas só servem para quem quer ser enganado e enganar os outros, o que não é o nosso caso. Somos os questionadores dessas “verdades”. Para mim e muitos outros pesquisadores, o NT com tudo e todos que nele há, é um romance pretencioso, que objetivava blindar a suposta história da origem do cristianismo no abrigo do sagrado”.
Alguns se recusam a ouvir – É QUASE COMO SE TAPASSEM OS OUVIDOS E CANTAROLASSEM ALTO PARA NÃO TER DE ESCUTAR NADA QUE OS FAÇA DUVIDAR DE SUAS ESTIMADAS CRENÇAS SOBRE A Bíblia e os mitos da caverna. Ou como a Lilian, já comentou aqui:
“…Caçar verdades e mentiras e depois separá-las e publicá-las em livro dá um baita trabalho, sabia? Não, talvez não saibam porque, de um modo geral, os crentes não fazem isso: não pensam (preferem que pastores pensem por eles), não pesquisam (pra quê, se já têm cabeça feita?), não leem (a não ser que seja a Bíblia, revistas, jornais e livros do Edir Macedo) e raríssimamente escrevem livros (os que já escreveram devem ser 0,00n% do total).”
Isso me traz muitos inimigos, mas tenho obrigação de expressar  o que penso, uma questão de ser honesto comigo mesmo e com outros. Suponho que estou atentando contra o seu negócio, que é vender no mercado da fé “salvação”.  Outros estão ansiosos por se libertar inteiramente dos limites da igreja e da religião, devorando as informações que dou como se isso fosse uma licença para desacreditar. Mas a maioria das pessoas nas ruas e nos bancos das igrejas nunca ouviu isto antes. Isto é uma vergonha, e chegou o momento de fazer algo para resolver esse problema.
Assim, portanto, deixemos os defensores e partidários da religião confiarem apenas na fé, e que eles sejam corajosos o bastante para admitir que é isso o que estão fazendo.
“Conhece a si mesmo”, disseram os gregos, gentilmente sugerindo os consolos da filosofia.
Oiced Mocam,
colaborou sobre as confusões mentais acerca de Deuses e seu apego a um Deus imaginário ilusão. E, talvez, com um pouquinho de esperança.

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Jesus, um plágio.  — 28 de agosto de 2015

Jesus, um plágio. 

Muito se tem falado, tanto em sites, como em fóruns, a exemplo do Facebook, sobre o possível plágio envolvendo Jesus Cristo, o deus cristão. Tais alegações se dão devido a enormes “semelhanças” entre informações de Jesus, que encontramos na sua palavra, a bíblia sagrada, com informações que temos a respeito de diversos “deuses de mistério”, como Mitra (persa – romano), Horus (egípcio), Dionísio (grego), Krishna (hindu – indiano), Attis (Frígia – Roma), dentre outros.

A alegação dos críticos é que Jesus é mero plágio destes mitos, mesclado com informações reais (fatos) acontecidos à dois milênios atrás aproximadamente. Vamos analisar detalhadamente cada característica presente nestes deuses e compará-los com Jesus.

Por: Guilherme Born

1 Características

Hórus
Mitra
Attis
Krishna
Dionysio
2 Explicando a Mitologia

O Solstício de Inverno
Estrela Sirius e Constelação de três reis
Cruzeiro do Sul
3 Jesus, um plágio?

Nascimento no dia 25
Proclamação do 25 de Dezembro depois de Cristo.
Calendários – A verdadeira confusão
O decreto
Datação do nascimento de Jesus
A importância do Nascimento
Plágio refutado
Ignorância cética
4 Os três reis magos

Três reis?
Astrólogos, astrônomos e a Estrela Guia
Os pastores
Plágio refutado
5 Nascimento Virginal

Os pais dos deuses são deuses
Os judeus copiaram tradições pagãs?
Concepção por penetração
Plágio Refutado
6 Jesus e seus 12 anos

7 Semelhanças d.C

Batismo e ministério aos trinta anos
Crucificação
Crucificação – A Descoberta
Filho de Deus e outros adjetivos
A Remissão de Pecados
Plágio refutado
8 Artigos extras

Nascimento Virginal – Complementação
9 Uma apologia, por Norman Geisler

Cristianismo e Judaísmo – O cumprimento
A origem da Trindade
Conclusão

Características de Jesus com outros deuses —

Características de Jesus com outros deuses

Quero que analise então as semelhanças entre os deuses e Jesus, tendo em mente que estes deuses anteriores alguns são de 3 mil anos antes de cristo, todos eles anteriores a Jesus, tirem suas próprias conclusões…

Vamos iniciar nosso estudo verificando algumas características básicas de tais deuses.

Horus (egípcio) 3000 a.C.
Nasceu dia 25 de dezembro;
Nasceu de uma “virgem”, a deusa Ísis-Meri com Osíris;
Nascimento acompanhado por uma estrela a Leste;
Estrela seguida por 3 reis;
Aos 12 anos, era uma criança prodígio;
Batizado aos 30 anos;
Começou seu ministério aos 30;
Tinha 12 discípulos e viajou com eles;
Operou milagres e andou sobre as águas;
Era “chamado” de Filho de Deus, Luz do Mundo, A Verdade, Filho adorado de Deus, Bom Pastor, Cordeiro de Deus, etc;
Foi traído, crucificado, enterrado e ressuscitou 3 dias depois.

Nos outros deuses, encontramos a mesma estrutura “mitológica”. Vejamos:

Mitra (persa – romano) 1200 a.C
Nasceu dia 25 de dezembro;
nasceu de uma virgem;
teve 12 discípulos;
praticou milagres;
morreu crucificado;
ressuscitou no 3º dia;
era chamado de “A Verdade”, “A Luz”
veio para lavar os pecados da humanidade;
foi batizado;
como deus, tinha um “filho”, chamado Zoroastro.

Attis (Frígia – Roma) 1200 a.C.
Nasceu dia 25 de dezembro;
Nasceu de uma virgem;
Foi crucificado, morreu e foi enterrado;
Ressuscitou no 3º dia;

Krishna (hindu – índia) 900 a.C
Nasceu dia 25 de dezembro;
Nasceu de uma virgem;
uma estrela avisou a sua chegada;
Fez milagres;
Após morrer, ressuscitou.

Dionísio (Grego) 500 a.C
Nasceu de uma virgem;
Foi peregrino (viajante);
transformou água em vinho;
Chamado de Rei dos reis, Alpha e ômega;
Após a morte, ressuscitou;
Era chamado de “Filho pródigo [sic] de Deus

Existem outros deuses com características muito semelhantes a estes. Estes são os mais conhecidos porque co-existiram com a nova religião, chamada de cristianismo. Ou seja, quando o cristianismo surgiu, tais deuses ainda eram adorados. Este fato é o alicerce que sustenta a teoria do plágio cristão.

Vejam que as informações acima são as mais usadas para se alegar o plágio, por se assemelharem muito com o relato bíblico de Jesus.

Seria Jesus um plágio? Explicando a mitologia —

Seria Jesus um plágio? Explicando a mitologia

Vejamos porque esses deuses possuem tais características, tão iguais uns com os outros:

Os deuses de mistérios, na sua totalidade, possuem influências astrológicas. O deus maior é o Sol, a luz do mundo, o “salvador”. O Sol é facilmente considerado como deus, pois tais características são muito boas para um “salvador”. Ele traz vida, aquece, dá luz, etc.

O Solstício de inverno

Um fenômeno conhecido desde a antiguidade são os solstícios, e no dia 22 de dezembro, ocorre o início do solstício de inverno (hemisfério norte), no qual o sol tem o seu ponto mais baixo no horizonte, devido à inclinação do eixo terrestre. Este ponto mais baixo permanece por um período de três dias, e, no dia 25 de dezembro, O sol sai deste ponto, subindo 1 grau e voltando, gradativamente, ao seu ponto mais alto, completando e finalizando assim o solstício de verão.

Estrela Sirius e Constelação de três reis

A estrela que brilha mais forte no céu é a estrela Sirius, que no dia 25 de dezembro fica alinhada à constelação de 3 reis (Marias aqui no Brasil). Este alinhamento aponta diretamente ao sol.

Sendo assim, o sol, saindo do solstício de verão “renasce”, movendo-se 1 grau para o norte depois de três dias (22-25) e quando renasce, é sinalizado pela estrela Sirius, seguida pela constelação de três reis, formando assim um alinhamento entre os três.

Entende-se que as mitologias surgiram, ou tiveram como base, estes fenômenos. O Sol, renascendo, é sinalizado pela estrela, que, formando um alinhamento com a constelação de reis e o sol, nos mostra a constelação seguindo a estrela e indo em direção ao Sol (salvador).

Então, temos a mitologia criada, de que o salvador foi sinalizado por uma estrela e que três reis foram até o salvador seguindo a estrela. Tal informação se assemelha com o relato do nascimento de Jesus. Veja a imagem abaixo:

NATAL
Alinhamento estelar entre o Sol, a estrela Sírius e a constelação de três reis (três marias) no dia 25/12

Cruzeiro do Sul

O mesmo fenômeno é comparado com a crucificação, quando o Sol termina o solstício de verão e fica neste período por três dias (enterrado) e ressurge (ressuscita) ao 3º dia. Tal comparação com a crucificação é devido á outro alinhamento estelar, este, com o cruzeiro do sul no dia 22. Ou seja, o sol é crucificado com o cruzeiro e ressurge no 3º dia (ressuscita) dia 25.

NATAL 2

Alinhamento do sol com o cruzeiro do sul, no final do solstício de verão.

Seria Jesus um plágio? —

Seria Jesus um plágio?

Vamos agora pesquisar acerca de Jesus e verificar as semelhanças entre ele e os deuses de mistérios no quesito nascimento.

Obviamente, temos que concordar que as semelhanças são extremamente “desconcertantes”, mas elas persistem apenas para os que são ignorantes com relação a alguns fatos.

As informações apresentadas pelos críticos da religião cristã são, de certa forma, resumidas. Os céticos apresentam apenas o que lhes convém, para afirmar suas alegações. Apresentam somente as semelhanças, e ignoram completamente as diferenças.

Nascimento no dia 25.

Infelizmente, os céticos ignoram a verdadeira informação sobre o “nascimento” de Jesus no dia 25. Tal data foi adotada pela ICAR (católica) no final do 3º século. O cristianismo era contemporâneo ao mitraísmo e as duas religiões dividiam fiéis na sua época. Como Mitra “nasceu” no dia 25, por conveniência, o Catolicismo adotou a mesma data para o nascimento de Jesus. Além disso, adotou trajes, costumes e rituais pagãos do mitraísmo. Vejam o texto abaixo:

…A celebração do Natal Cristão em 25 de dezembro surgiu por paralelo com as solenidades do Deus Mitra, cujo nascimento era comemorado no Solstício (de inverno no hemisfério norte e de verão no hemisfério sul). No calendário romano este solstício acontecia erroneamente no dia 25, em vez de 21 ou 22. Os romanos comemoravam na madrugada de 24 de dezembro o “Nascimento do Invicto” como alusão do alvorecer de um novo sol, com o nascimento do Menino Mitra. Já foram encontradas figuras do pequeno Mitra em Treveris e a semelhança com as representações cristãs do Menino Jesus são incontestáveis.

Estas semelhanças aparecem depois que o Catolicismo foi fundado, no final do 3º século…

…Com o cristianismo oficializado no Império Romano, pelo Edito de Milão, expedido por Constantino, os cristãos rapidamente tomaram os postos dos sacerdotes pagãos na sociedade, inclusive mantendo as festas, rituais, vestimentas e indumentárias pagãs. Em Roma o papa cristão passou a ser o Pontífice, substituindo de maneira pomposa o anterior chefe religioso pagão. Constantino também está ligado a ele, esse legado concedido ao papa traria a unificação das religiões no império até porque o culto a Mitra oferecia semelhanças com o cristianismo. A conceituação de Deus como um sol, não somente por causa da facilidade com que esta alegoria se aplica a Deus, mas ainda porque os cristãos já a encontraram pronta nos cultos em seu em torno, e o mantiveram a interesse, como forma de solidificar um estado forte.

Fonte: Wikipédia

Sendo assim, vemos que as semelhanças de culto mais visíveis foram originárias do século III pela igreja católica. O Objetivo era, principalmente, político. Devido ao ecumenismo praticado pela igreja católica, criou-se a data COMEMORATIVA do nascimento de Jesus como sendo em 25 de dezembro, por conveniência e para a fácil aceitação dos pagãos. Visando a conversão deles, estabeleceu-se esta data.

Proclamação do 25 de Dezembro depois de Cristo.

Em 274 d.C o Imperador Aureliano proclamou o dia 25 de dezembro, como “Dies Natalis Invicti Solis” (O Dia do Nascimento do Sol Inconquistável). O Sol passou a ser venerado. Buscava-se o seu calor que ficava no espaço muito acima do frio do inverno na Terra. O início do inverno passou a ser festejado como o dia do Deus Sol.

Ou seja, o dia 25 de dezembro foi proclamado depois do nascimento de Jesus. Então os deuses de mistério também não nasceram no dia 25 de dezembro. Eles nasceram no solstício de inverno e não no dia 25.

Como vemos, a data de nascimento de Jesus é uma data comemorativa, que foi oficializada quase 400 anos depois de seu nascimento. Isso ocorre porque a bíblia não nos dá a informação exata sobre a data do seu nascimento. Apenas especulando, conseguimos descobrir mais ou menos a época em que Jesus nasceu.

Calendários – A verdadeira confusão

Outro fato que invalida o impossivel plágio envolvendo o cristianismo, é exatamente a data de 25 de dezembro. Nos tempos de Jesus e nos milênios anteriores, não existia um sistema de calendário fixo para vários países ou povos. Cada um tinha o seu. Os calendários sempre eram confusos e muito diferentes um dos outros.

Muitas vezes, a sucessão de um novo rei, por ordem deste, era modificado o calendário a seu gosto e liberdade. Um exemplo disso é na própria bíblia. Não encontramos nenhum texto onde as pessoas comemoravam aniversários, por exemplo. Ou seja, as pessoas não sabiam em que data nasceram devido a tantas mudanças.

O calendário que adotamos hoje é uma forma recente de contar o tempo. Foi o Papa Gregório XIII que decretou o seu uso através da Bula Papal “Inter Gravissimus” assinada em 24 de fevereiro de 1582. A proposta foi formulada por Aloysius Lilius, um físico napolitano, e aprovada no Concílio de Trento (1545/1563). Nesta ocasião foi corrigido um erro na contagem do tempo, desaparecendo 11 dias do calendário. A decisão fez com que ao dia 4 de outubro de 1582 sucedesse imediatamente o dia 15 de outubro do mesmo ano. Os últimos a adotarem este calendário que usamos foram os russos em 1918.

Reparem que as alegações dos críticos sobre o plágio está totalmente baseada no dia 25 de dezembro do calendário atual. Como podem alegar um plágio utilizando uma data que talvez não existisse? Quem diz que no egito do ano 3000 a.C. existia o mês de dezembro? E em Roma?

Os calendários dos povos antigos eram baseados sempre pelas estações do ano e fases da lua. Porém hoje, sabemos que as fases da lua não seguem uma cronologia correta, fazendo com que esse erro seja corrigido a cada 4 anos, ou seja, todo ano, sobram 6 horas.

Agora imaginem um povo que não tinha conhecimento disso! Imaginem a confusão que isso causava nos calendários! Junte isso com os manda-desmanda de reis e imperadores (Julío Cezar e Cesar Augusto, criadores do mês de julho e agosto, por exemplo). A confusão tá montada e a data correta furada!

O calendário Judaico é composto da seguinte forma: Os anos têm 353 dias quando são “defeituosos”, 354 os “regulares”, e 383 dias os “perfeitos” ou “abundantes”. O Rosh Hashana (Ano Novo – 7 de outubro do nosso) dá in¡cio ao per¡odo de dez dias de penitência, que vai até o Yom Kipur, Dia do Perdão. O calendário israelita é lunissolar, com anos solares e meses lunares. Para se ajustar os meses ao ano solar, intercala-se um mês nos anos 3, 6, 8, 11, 14, 17 e 19 de um ciclo de 19 anos. Os meses são fixados alternadamente com 29 e 30 dias. Sempre em ordem e essa ordem não falhava, justamente por considerar apenas os movimentos observados da Lua e Sol. O calendário Judeu nunca sofreu modificações por parte de reis e governadores , sendo o mesmo até hoje.

Se Jesus fosse mito, este mito teria sido criado por judeus, sendo judeus, teriam criado sua data no mês de Dezembro e no dia 25? O mês de dezembro não existe no calendário judeu. Sendo dezembro o último mês do ano, então o último mês do ano judaico seria setembro e não dezembro no nosso calendário. Então, sendo Jesus criado por judeus, ispirando-se pelo solstício, teria nascido no 2º mês judaico e não no 12º.

O Decreto

A comemoração do Natal de Jesus surgiu de um decreto. O Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de Dezembro, substituindo a veneração ao Deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo. O nascimento de Cristo passou a ser comemorado no Solstício do Inverno em substituição às festividades do Dia do Nascimento do Sol Inconquistável.

Datação do Nascimento de Jesus

Jesus nasceu durante a vida de Herodes, o Grande, que os romanos haviam designado para governar a Judéia. Os calendários são contados a partir do ano em que se supõe ter nascido Jesus, mas as pessoas que fizeram essa contagem equivocaram-se com as datas: Herodes morreu no ano 4 a.C., de modo que Jesus nasceu 3 anos antes, a quando dos censos do povo Judeu, que ocorreu, exatamente, 1 ano após os censos dos outros povos também subjugados ao poder Romano. Estes censos ocorreram para facilitar aos Romanos a contagem do povo e a respectiva cobrança dos impostos. Os Judeus sempre se opuseram a qualquer tentativa de contagem, por essa razão, esta ocorreu um ano depois de ter ocorrido nos povos vizinhos.
A data de nascimento de Jesus é muito discutida. Devido a falhas do calendário há quem diga que Jesus teria nascido por volta do ano 6 d.C.. Porém, considerando que Jesus nasceu pouco tempo antes da morte de Herodes isto coloca-nos numa data anterior a 4 a.C..

Outra ajuda que temos para facilitar a localização da data do nascimento de Jesus foi que este ocorreu quando José foi a Belém com sua família para participar do recenseamento.

Os romanos obrigaram o recenseamento de todos os povos que lhes eram sujeitos a fim de facilitar a cobrança de impostos, o que se tornou numa valiosa ajuda na localização temporal dos fatos, uma vez que ocorreu exatamente 4 anos antes da morte de Herodes, no ano 8 a.C..

Entretanto, os Judeus tomaram providência no sentido de dificultar qualquer tentativa por parte dos ocupantes em contar o seu povo, pelo que, segundo a história, nas terras judaicas este recenseamento ocorrera um ano depois do restante império romano, ou seja, no ano 7 a.C.. Em Belém, o recenseamento ocorrera no oitavo mês, pelo que se concluiu que, Jesus nascera provavelmente no mês de Agosto do ano 7 a.C..

Outros fatos também ajudam a estimar a data exata. Conforme é relatado pelos textos bíblicos, no dia seguinte ao nascimento de Jesus, José fez o recenseamento da sua família, e um dia depois, Maria enviou uma mensagem a Isabel relatando o acontecimento.

A apresentação dos bebês no templo, bem como a purificação das mulheres teria de ocorrer até aos vinte e um dias após o parto. Jesus foi apresentado no templo de Zacarias, segundo os registros locais, no mês de Setembro num sábado. Sabe-se que Setembro do ano 7 a.C. teve quatro sábados: 4, 11, 18 e 25. Como os censos em Belém ocorreram entre 10 e 24 de Agosto, o sábado de apresentação seria o de 11/09. Logo Jesus teria nascido alguns dias depois de 21 de Agosto do ano 7 a.C..
Fonte: Wikipédia

A importância do nascimento

Biblicamente falando, o nascimento não tem a mesma importância do que a morte de Jesus. Na doutrina cristã, o que de fato importa é a morte de Jesus e não seu nascimento. Cremos que a data é omitida justamente para que não se tornasse data de culto, como no caso do natal, o qual tornou-se cultuada pela ICAR e atualmente, pelo comércio. Já a morte de Jesus, temos a data correta. Sexta-feira, dia 14 do mês de Nissan (abril) do ano 26 d.C (baseando-se no nascimento em 7 a.C)

Plágio refutado.

Como as mitologias dos deuses de mistério se baseiam principalmente no quesito “nascimento no dia 25 de dezembro”, a teoria do plágio está refutada já pela raiz. Pois Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro, os deuses também não nasceram no dia 25 de dezembro, a estrela que sinalizou o nascimento de Jesus não apareceu no dia 25 de dezembro, os calendários de cada povo eram diferentes um do outro e os reis foram até Jesus em agosto e não em dezembro. Tal data foi firmada em 350 por um decreto, substituindo a adoração ao sol por Jesus, quando o cristianismo foi oficializado como religião do império.

A data de 25 de dezembro, nascimento de Mitra, foi proclamada no ano de 274 d.C. Sendo assim, é mentira pura a história de que os deuses de mistérios nasceram do dia 25. Todos os deuses é que plagiaram a data de nascimento de Mitra. Todos os deuses de mistério, que nasciam no solstício de inverno, assim como Mitra, passaram, a partir do ano de 274 a nascerem no dia 25, plagiando assim a data de Mitra, deus romano da época. Jesus nasceu 274 anos antes desta proclamação.

Hórus, Mitra, Attis, Khrishna, Dionysio, e tantos outros, nasceram no solstício e não no dia 25 de dezembro.

Ignorância cética

A Ignorância dos céticos ou até mesmo o preconceito com o cristianismo impossibilita-os de analisar algumas informações com maior atenção aos registros bíblicos.

Nascimento Virginal – Jesus um Plágio? —

Nascimento Virginal – Jesus um Plágio?

Esta semelhança é incontestável, ou seja, nasceu de uma virgem, então nasceu de uma virgem. Mas vamos prestar atenção nos dois deuses de mistérios que mais se assemelham com Jesus. Mitra e Horus.

Para se ter um nascimento virginal, obrigatoriamente, a mulher não pode ter tido qualquer tipo de relação sexual. Então como explicamos a união entre os deuses mãe e pai de Horus e Mitra?

Os pais destes dois deuses são também deuses.

Horus foi concebido por relação da deusa Isis-Meri com o deus Osíris;
Mitra foi concebido por relação da deusa Anahira com o deus Aúra-Masda.

Outro fato é que, o que se sabe sobre estes deuses são através de desenhos. Não se tem notícias de nada escrito pelos seguidores dos mesmos. Como então desenhar uma mulher virgem? A única diferença entre uma virgem e uma não-virgem é interna. Teriam seus seguidores desenhado as genitálias femininas com o hímem intacto? Óbvio que não. Então de onde tiraram a informação de que as suas mães eram virgens? Pelo que sabemos, não existe nada que afirme isso confiavelmente.

Jesus foi concebido pelo espírito, em forma espiritual, sem relação, dentro de uma humana. Espíritos não tem relações sexuais com pessoas vivas.

Jesus é diferenciado por um detalhe interessante. As escrituras dizem que Deus se fez carne na pessoa de Jesus. Ou seja, Deus se desfez de sua glória e tornou-se homem na pessoa de Jesus. Com os deuses de mistérios, nada disso acontece.
Deus nasceu como homem através de Jesus e morreu como homem. Os deuses de mistérios nasciam e ressuscitavam infinitas vezes, justamente para completar os períodos do ano ou de dias.

Os judeus copiaram tradições pagãs?

O que se crê hoje em dia, a exemplo do “magnânimo” Richard Dawkins, em seu famoso e ridículo livro “Deus, um delírio”, é que os evangelistas, na intenção de criar o mito Jesus, inseriram tradições religiosas pagãs na nova doutrina, para conseguir dar a Jesus um status de deus com um nascimento virginal, assim como outros deuses.

Suas afirmações, igualmente aos céticos de outros séculos atrás (os argumentos de Dawkins são um bocado velhos) estão baseadas em suposições totalmente infundadas e baseadas em puro preconceito.

Pois bem. Todos os evangelistas eram judeus, sem exceção. Sabemos, tanto pela história como pela bíblia que, os judeus, não tinham costumes ecumênicos. Aliás eles eram extremos neste ponto. A religião não admitia a adoração de outros deuses e muito menos agregar virtudes destes em sua religião. Após o exílio até a destruição do 2º templo, o judaísmo passou por uma “purificação” das idolatrias que haviam se erguido dentro de Israel. Jesus esteve presente neste período, justamente o mais rigoroso com relação a proibição de adoração a outros deuses.

É errado pensar que os evangelistas adotaram o nascimento virginal de Mitra, sendo que eles não toleravam o paganismo. Paulo era um judeu devoto e sabia que o nascimento virginal era ou não era real. Como sendo judeu, se fosse falso, não o admitiria, por ser uma adaptação do mitraísmo, porém, judeu devoto, reconheceu o nascimento virginal de Jesus, como atributo para que ele fosse Deus.

Não temos razões para aceitar que os judeus copiariam um atributo de um deus pagão à Jesus, sendo que eles não admitiam tal. Ou seja, para que aceitassem tal atributo, igual à de um deus pagão, é porque tal atributo aconteceu de fato.

Outro fato importante é a situação de um Messial esperada pelos judeus. Eles aguardavam um messias com descendência Davítica, e certamente, criam que este seria fruto de um relacionamento normal entre pai e mãe. Ora, a descendência real vinha de pai para filho, e não de mãe para filho. Assim, para os judeus, o Messias nasceria de forma comum, sem a necessidade de um nascimento milagroso. Em nada contribuiria para o cristianismo uma invenção como esta, se caso realmente não tivesse acontecido. Os pais da Igreja e os evangelistas estavam certos do nascimento virginal assexuado, por isso divulgaram esse fato.

Consepção por penetração

O historiador e erudito R. E. Brown ainda comenta: “Paralelos não judaicos têm sido encontrados nas religiões mundiais (O nascimento de Buda, de Krishna e do filho de Zoroastro), na mitologia greco-romana, nos nascimentos dos faraós (com o deus Amon-Rá agindo através do seu pai) e nos nascimentos sensacionais dos imperadores e filósofos (Augusto, Platão etc…). Mas esses ‘paralelos’ sempre envolvem um tipo de hieros gamos em que um macho divino, em forma humana ou outra, insemina uma mulher, seja através do ato sexual normal, seja por meio de uma forma substituta de penetração.
Eles não são realmente semelhantes à concepção virginal não-sexual que está no âmago das narrativas da infância de Jesus, concepção esta em que nenhum elemento ou deidade macho insemina Maria…
Portanto, nenhuma busca por paralelos nos tem dado explicação verdadeiramente satisfatória de como os primitivos cristãos chegaram à idéia de uma concepção virginal – a menos, é claro, que ela realmente tenha acontecido historicamente” (Revista Defesa da Fé, Nº 41).

Para uma explicação mais detalhada sobre o nascimento viginal, clique aqui.

Plágio Refutado

Com as informações acima, vemos que Jesus definitivamente não é um plágio no quesito “nascimento virginal”. Para ser o messias judaico, Jesus não precisava nascer de forma milagrosa. Isso Nào mudaria a opinião dos judeus se de fato não tivesse ocorrido.