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Nosso Poder Interior — 13 de setembro de 2015

Nosso Poder Interior

A nossa força (poder) não esta no físico, mas em nosso Eu Interior… É por isso que há tanta gente totalmente inválido na sociedade e com todos os membros do corpo… Este rapaz tem Consciência de tudo isso!

Muito se fala hoje sobre sermos criadores da nossa vida, que o destino está nas nossas mãos, que querer é poder, mas como é que estes conceitos se aplicam na prática?

Tudo começa com a pessoa, com a sua capacidade de acreditar em si mesma, de se valorizar e de se dispor a trabalhar pelos seus objectivos e sonhos. De se assumir como um ser integral que precisa de se cuidar na mente, no corpo e na alma, sabendo que só poderá atingir resultados duradoiros se trabalhar na vida com base neste equilíbrio.

São conhecidos e inúmeros os casos de pessoas que, contra todas as probabilidades iniciais, conquistaram grandes sucessos pessoais e profissionais com um sonho, alguma inspiração e muita dedicação. Pessoas que na vida, realizaram muito para além dos seus sonhos mais ousados. Você pode ser uma pessoa assim.

Todos estamos, à partida, programados para dar e receber o melhor da vida – o melhor com a consciência e o conhecimento que temos – mas nem todos estamos conscientes disto, nem o aproveitamos a nosso favor pois não acreditamos no nosso poder interior.

A força que precisamos para viver e vencer não vem da capacidade corporal, mas da grandeza do Espírito!

Estação Saudade – A Viagem de Trem relacionado a nossa vida. —

Estação Saudade – A Viagem de Trem relacionado a nossa vida.

A vida é um icógnita, vida e morte, para muitos a morte é o término de tudo, para outros é o regressar a nossa casa que deixamos por algum tempo, isso que classificamos como vida poderá ser um lugar de expurgo. Se a vida é apenas viver e morrer, não faz nenhum sentido, a volta para o lugar de onde viemos poderá ser de alegria ou de insatisfação por não ter feito o melhor que poderíamos, e aqui não estou a falar de “nenhum céu e inferno criado pelos homens”, más da consciência que poderíamos termos aproveitado melhor as oportunidades, o que morre é a matéria que é perecível, apenas o “Espírito é Eterno”.

Quanto as coisas que deixamos desmoronar, isso aconteceu por falta de discernimento, não fomos o suficiente maduros e consciêntes para fazermos diferente. Recomeçar é preciso… Sabendo que teremos que agir diferentemente do que dantes, os tropeços anteriores serão como setas mostrando que devemos fazer diferente, este sobreaviso é o alerta. O fato de estarmos em assentos diferentes se deve ao fato de escolhas feitas consciênte e inconscientemente, ou seja, nada do que nos acontece é fruto de nosso destino, más das escolhas que fizemos, a somatória de todos os atos, só colhemos aquilo que plantamos, simples assim…

Francisco Oliveira.

CONCÍLIO DE NICÉIA: QUANDO ROMA CRIOU O CRISTIANISMO COMO É CONHECIDO ATÉ HOJE… — 11 de setembro de 2015

CONCÍLIO DE NICÉIA: QUANDO ROMA CRIOU O CRISTIANISMO COMO É CONHECIDO ATÉ HOJE…

O Primeiro Concílio de Niceia foi um concílio de bispos (epískopos) cristãos reunidos na cidade de Niceia da Bitínia (atual İznik, Turquia), pelo imperador romano Constantino I em 325 d.C.. O concílio foi a primeira tentativa de obter um consenso da igreja através de uma assembleia representando toda a cristandade. O seu principal feito foi:

1. o estabelecimento da questão cristológica entre Jesus e Deus, o Pai;
2. o estabelecimento da doutrina Trinitária, ou Trindade;
3. a construção da primeira parte do Credo Niceno;
4. a fixação da data da Páscoa;
5. a promulgação da lei canônica.

De lá para cá, com o aparecimento das dissidências, basicamente a maioria das as igrejas cristãs seguem o mesmo padrão de ensinamento. É fato que a Igreja Romana, a primeira Igreja Cristã organizada por Roma sempre foi e sempre será a mãe de todas…

Foi uma tática bem inteligente na época para controlar, pois de tanto conceder cidadania acabou tando que ceder a religião dessas famílias.
Quando Roma viu que tinha mais da metade dos cidadãos romanos cristãos.
Acabou adotando o cristianismo como religião principal e dominando com braço firme novamente!

Coincilio de Nicéia foi a reunião que juntou o paganismo romano com o judaismo,criando o cristianismo de hoje.

Será que precisamos de uma filosofia de vida? — 3 de setembro de 2015

Será que precisamos de uma filosofia de vida?

Imagine-se chegando a nossa galáxia, a Via Láctea. Durante
milhares de anos você voa sem rumo entre as estrelas e os sistemas
solares. De vez em quando, gira em torno de um planeta — sem
enxergar o menor sinal de vida. Você já está prestes a ir embora da
Via Láctea quando, de repente, avista um planeta transbordando de
vida no meio de uma das múltiplas espirais da galáxia. Nesse exato
momento você acorda. A viagem foi um sonho! Mas você percebe que o
planeta que descobriu em seu sonho é o planeta onde você vive.
Você talvez seja jovem. É bem possível que tenha uma longa
vida pela frente. Mas você também sabe que a vida não dura para
sempre. De que maneira decidirá viver sua primeira e única viagem
ao planeta Terra? Que perguntas fará e que respostas dará?
Durante o café da manhã, o estranho sonho não lhe sai da
cabeça. Você se dá conta de que viver na Terra é uma oportunidade
fantástica. Então você abre o jornal. Talvez, em meio a seu
maravilhamento e a sua alegria pela vida, lhe ocorram pensamentos
sombrios. Você começa a pensar no que está lendo: florestas
derrubadas, poluição, buracos na camada de ozônio, armas
nucleares, radiação no meio ambiente, AIDS .

Até que ponto você considera o futuro deste raro planeta responsabilidade sua.
Muitas perguntas, mesmo as mais rotineiras, que lhe passam
pela cabeça quando você vai para a escola ou para o trabalho
nascem em seu íntimo. O amor e o sexo, as relações com os amigos e a
família, as notas nas provas e os estudos: tudo está conectado com
sua perspectiva, sua visão da vida.

A caminho de casa, você pode ir conversando sobre um jogo de
futebol, sobre sua próxima viagem nas férias de verão, sobre a chegada
do final do ano letivo. Mas até mesmo esses fatos estão relacionados
com sua perspectiva de vida. De que forma você decide passar seu
tempo livre? Entrará numa organização não-governamental? Ou vai
trabalhar nos momentos de folga para conseguir algum dinheiro
extra?
Mas, antes de tudo, há uma montanha de lição de casa para
fazer. No entanto, para que serve tudo isso? O que você vai ser
quando terminar a escola?
A noite, você se encontra com os amigos. Um deles conta que
mandou fazer seu mapa astral; acredita firmemente na astrologia. O
que será que lhe dá tanta certeza? Outro diz que tinha acabado de
pensar numa velha amiga quando ela lhe telefonou. Seria telepatia?
Afinal, a chamada percepção extra-sensorial é fato ou ficção? A
conversa avança para questões sobre a vida e a morte. Existe vida
após a morte?

E nesse ponto que você conta o sonho para eles. Você estava
fazendo uma longa viagem pelo espaço sideral. Cansado de tanto
gelo, das rochas e do calor escaldante, já ia se afastando da Via
Láctea quando, de repente, vislumbrou à distância um planeta azul e
branco. E foi nesse planeta que você acordou.
Você pergunta: “O que esse sonho significa?”. Será que nossos
sonhos podem nos dizer algo sobre nós mesmos?

Todos os direitos desta edição reservados à
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Auto Sabotagem – como é isso na prática ? — 2 de setembro de 2015

Auto Sabotagem – como é isso na prática ?

É um texto que nos levará a desvendar as muitas coisas que nos acontecem na vida, atente para isso e perceberão o que acontece…

Muitas vezes temos a segurança de que somos donos do nosso próprio nariz, que somos independentes, achamos que fazemos nossas escolhas e opções de forma consciente. Mas escolhemos racionalmente e seguimos por caminhos de vida, tomamos atitudes e assumimos compromissos que, muitas vezes nos levam a fazer um trajeto mais longo do que o necessário, ou mesmo que desvie do objetivo principal. Falo especificamente das situações em que paramos pra pensar e percebemos que estamos perdendo tempo, que não estamos no trabalho que gostaríamos, que não estamos vivendo a vida que queríamos, e, na verdade bastaria uma atitude, uma decisão, uma pequena mudança em alguma área da vida, ou em nós mesmos, e tudo estaria resolvido.

Relembrando fragmentos sessões, dos atendimentos ao longo do tempo, me vêem vários exemplos : uma mulher casada, aceitando a traição do marido, um bancário que apesar de crises de gastrite já ulceradas não conseguia se desligar e mudar de emprego, mas principalmente, aceitava a tirania de seu encarregado. Uma senhora de 43 anos que queria conquistar um amor, mas sempre se envolvia com homens casados, outra que não conseguia assumir um compromisso serio com alguém, tinha relacionamentos superficiais e, sempre, como ela dizia “acabava o amor” quando sentia estar vinculando-se. Todos estes casos têm sua especificidade, suas causas únicas, são patologias “personalizadas”, e diferentes uma das outras. Em alguns casos a pessoa não se envolve por medo, por culpa, por falta de confiança em si mesmo, como também em outros casos não se consegue conquistar o sucesso profissional por estes motivos, mas atrás de tudo isso há algo em comum em todos eles : por que mesmo querendo muito alguma coisa, nos afastamos dela ? A resposta está no inconsciente – objeto de estudo da psicanálise. Esta entidade com certa independência que muitas vezes nos controla, nos burla, nos “sabota”.

Um paciente, Marcos (nome fictício), dizia :

“- Não sei porque sou assim… Parece que dou sempre voltas em torno do que quero, sempre tomo o caminho mais longo, para nunca chegar a ele… Parece que sempre preciso “fazer algo antes”… Sempre tem algo dificultando, adiando, distanciando…”

Marcos é um caso típico de alguém que fica vivendo “em círculos” e não consegue realizar seus sonhos e desejos, pois é sabotado, mas sabotado por si mesmo, não pelo consciente mas pelo seu lado não-consciente, ou inconsciente. . Mesmo tendo consciência da situação e de seus bloqueios inconsciente, ele não consegue mudar por si mesmo.

“Somos de tal forma impregnados pelas associações sintagmáticas que utilizamos para decompor o mundo e, em seguida, recompô-lo que, muitas vezes, o novo é sentido como uma ameaça, pois nos obriga a reavaliar as representações que confortavam nossas angústias. É com dificuldade que abrimos mão de valores e teorias que nos têm sido tão caras para ler o real.”(FREUD, 1917)

É preciso trabalhar seu processo psicodinâmico, na terapia para “desbloquear” esta auto sabotagem. Marcos, quando criança, e até mesmo antes disso, foi se constituindo, na espectativa e desejos dos pais, e para ganhar a atenção e carinho deles, foi criando seu caráter, sua personalidade, sua maneira de ser. Sendo o filho mais velho, era-lhe exigido que cuidasse dos outros, que se responsabilizasse se algum deles fizesse alguma coisa errada. Assim, ele se tornou um rapaz responsável, e que busca reconhecimento dos outros. Desde criança, era invejado por seus irmãos, por ser o filho mais “confiável” dos pais, que lhe davam maior status na família. Marcos tem aparência ingênua, no seu comportamento por buscar agradar, e conquistar o afeto de todos. Por trás disso, uma necessidade do afeto dos irmãos. Uma sentimento inconsciente de culpa por ter sucesso e assim se sobressair aos irmãos que não tiveram a mesma capacidade e sucesso profissionais, juntamente com o medo de ser taxado de arrogante pelos irmãos.. Isso se manifesta no comportamento de Marcos, submisso, sempre pronto a ajudar, muitas vezes abusado nesta bondade e obsessão em agradar. O excesso de responsabilidade que lhe foi imposto, faz com que ele aceite as mais sérias agressões do patrão arrogante,

A culpa, não-consciente, controla Marcos, faz com que ele não consiga terminar nada que possa aumentar a distância sócio-econômica ou cultural de seus irmãos, e sem perceber Marcos vai colecionando incompletudes em sua vida. Por um lado, uma ânsia em crescimento pessoal, por outro, uma culpa que faz com que Marcos sinta-se “patinando”, aos 44 anos, com seus cursos incompletos, algumas lacunas em seu curriculum que dificulta uma recolocação profissional.

Figurativamente é como se Marcos fosse um balão, com a força do ar quente o puxando pra cima, mas ao mesmo tempo ele não solta a corda que o distanciaria do chão, no caso, representando pra ele a a seus irmãos o impedissem, por uma corda presa ao chão onde todos eles estão.

Marcos não terminou a faculdade, seu automóvel é muito velho, e não consegue se desfazer dele, nem ao menos colocá-lo em dia, abandona todas ideias que tenta por em prática pois desanima facilmente.

“…E nunca abandonamos de bom grado um modo de satisfação pulsional, ainda que um outro já se nos acene”(FREUD, 1917)

A mudança e difícil, mas muito mais difícil é viver com a sensação de não ser autônomo, de não ser independente, de não poder conquistar coisas que desejamos, posições profissionais e familiares sadias e compensadoras. Ainda mais quando entendemos que a resolução destes bloqueios não estão tão distantes de nós, e que temos a chance de tomar as rédeas da vida e modificar nosso modo de ver o mundo, retomar nossos ideais e viver a real busca pela felicidade.

Bibliografia :
CECARRELI, P.R., Perversões e suas versões pachto://pepsic.bvs-psi.org.br/pdf/reverso/v27n52/v27n52a07.pdf
FREUD, Sigmund (1917). Conferências Introdutórias sobre a Psicanálise, conf. XXIII. Rio de Janeiro: Imago, v. XVI, 1976.

O Princípio de Mentalismo – O Todo é Mente, O Universo é Mental — 1 de setembro de 2015

O Princípio de Mentalismo – O Todo é Mente, O Universo é Mental

A criação divina se dá mentalmente e fazemos todos parte d’uma mente universal.
O Princípio de Correspondência
O que está em cima é o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima. Existe relação entre a mente universal e nossa própria mente humana.
O Princípio de Vibração
Nada está parado, tudo se movimenta, tudo vibra.
O Princípio de Polaridade
Tudo é Duplo; tudo tem Polos; tudo tem seu Oposto; o Igual e o Desigual são a mesma coisa; os Opostos são idênticos em Natureza, mas diferentes em Graus; extremos se tocam; todas as verdades são meias-verdades; todos os Paradoxos podem ser reconciliados.
O Princípio de Ritmo
Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés; tudo sobe e desce, tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda, o ritmo é a compensação.
O Princípio de Causa e Efeito
Toda Causa tem seu Efeito, todo Efeito tem sua Causa; tudo acontece de acordo com a Lei; O acaso é simplesmente o nome dado a uma Lei desconhecida; há muitos Planos de Causalidade, porém nada escapa à Lei.
O Princípio de Gênero
O Gênero está em tudo; tudo tem seu princípio masculino e o seu princípio feminino; o Gênero se manifesta em todos os planos da existência.

Somos todos Mestres e Aprendizes —

Somos todos Mestres e Aprendizes

O dia em que o ser humano entender que ele vale, não pelo corpo que tem, não pela aparência física, ou por aquilo que consegue fazer e impressionar as pessoas…Tudo isso é o exterior, é Ilusão… A verdadeira Realidade este no “Interior”, tudo começa em nosso Interior, o Exterior são apenas manifestações Ilusórias, não a Realidade. Quer uma mudança em sua vida, então comece pelo seu Interior, é lá que esta o verdadeiro Deus, alí é a sua morada, conecte-se com este Deus e verás que tudo que esta fora de sí são frutos de sua imaginação ou de tudo que lhe disseram e você aceitou como verdade. Eu e o “Todo somos Um”! Somos co-criadores do Todo! “Somos todos Um”! Somos todos Mestres e Aprendizes!
Francisco Oliveira.