A BÍBLIA NÃO É UM LIVRO DE INSPIRAÇÃO DIVINA ?!!!
(Matéria revisada e atualizada pelo autor)
Mas Deus (hipótese)  permitiu falsidades e inconsistências em seu livro dito sagrado?  Se Deus queria que tivéssemos suas palavras, por que não as preservou?
A Bíblia é a palavra de homens, está repleta de discrepâncias e contradições, muitas delas contradições inconciliáveis.  MOISÉS, se é que existiu,  não escreveu o Pentateuco (Os cinco primeiros livros do Antigo Testamento). E Mateus, Marcos, Lucas e João não escreveram os Evangelhos. Há outros livros que não fazem par da Bíblia, mas em que um momento ou outro foram considerados canônicos – outros  por exemplo, supostamente escritos por seguidores de Jesus, como Pedro, Tomé e Maria. O ÊXODO PROVAVELMENTE NÃO ACONTECEU COMO DESCRITO no Antigo Testamento. A CONQUISTA DA TERRA PROMETIDA PROVAVELMENTE É BASEADA EM UMA LENDA.
Eu gostaria de saber como a Bíblia seria escrita por uma mulher. E o que pensar, quando lemos na Bíblia: “Feliz de quem agarrar e esmagar teus bebês (babilônios) contra a rocha! “. ESMAGAR OS MIOLOS DE BEBÊS babilônios para se vingar do que seus pais soldados fizeram? ISSO ESTÁ NA BÍBLIA?  Isso é inspiração divina? é digno de um Deus bíblico?
E o que pensar de 1 Timóteo 2:11-5, 1 Coríntios 14:34-35, falsificado em nome de Paulo por alguém que viveu depois e que se opunha com tal veemência a que a mulher participasse  ativamente da Igreja. Que ordenou que ela ficasse calada e não “ensine ou domine o Homem”. ISSO É ÓTIMO  – AS MULHERES DEVEM SER CALADAS, SUBMISSAS e GRÁVIDAS.   Não é exatamente uma visão liberal e FEZ MUITO MAL  AO MUNDO AO LONGO DOS ANOS. E bem atual ainda no mundo islâmico.  Outras idiotices e crueldades inventadas pelo religioso também são fáceis de identificar. E não vejo a mão de nenhum Deus, por trás de tudo. Isso não foi obra de intervenção divina. Foi o resultado de simples mortais (todos eles homens), fazendo de tudo para decidir o que era certo ou errado. DEUS NÃO ESCREVEU A BÍBLIA, pessoas escreveram.
Os Evangelhos se contradizem em muito e incluem material não histórico. É DIÍCIL SABER SE MOISÉS UM DIA EXISTIU. A pessoa mais famosa que nunca existiu, Jesus Cristo , ou o que exatamente lhe atribuíram  disse ou fez.  As narrativa históricas do Antigo Testamento estão REPLETAS DE INVENÇÕES LENDÁRIAS .  O livro de Atos dos Apóstolos do Novo Testamento contém informação histórica não confiável sobre a vida e a pregação de Paulo.
Muitos dos livros do Novo Testamento são assinados por pseudônimos – escritos  não pelos apóstolos, mas por autores posteriores “alegando” serem os apóstolos. E A LISTA CONTINUA.
Com cada vez mais evidências sobre as discrepâncias (genealogia, do nascimento a vida e relatos sobre  Jesus…), muitos descobrem que sua fé  na inequivocidade  e na absoluta fidelidade histórica da Bíblia começa a fraquejar. O relato da suposta ressureição de Jesus no Evangelho de Marcos só foi acrescentado muitos anos depois.  Simplesmente há evidências demais, e conciliar todas as centenas de diferenças entre as fontes bíblicas demanda  tanta especulação e tamanhas complexas artimanhas  interpretativas que isso acaba sendo demais para eles.
NÃO  HAVENDO  TESTEMUNHAS  CONFIÁVEIS   ou consistentes no período do tempo necessário para atestar alegação tão extraordinária , finalmente podemos dizer que temos o direito, quando não a obrigação, de nos respeitarmos, o suficiente para desacreditar da coisa toda. Ou seja, a não ser que , ou até que, sejam apresentadas provas superiores, o que não aconteceu. E alegações excepcionais demandam provas excepcionais.
No Novo Testamento, o autor de Mateus não está dizendo a mesma coisa que Lucas. Marcos é diferente de João. Paulo pode não se entender com Tiago.  Quando são oferecidas  duas explicações, é preciso descartar aquela que explica menos, explica nada ou que produz mais perguntas que respostas. O autor do Apocalipse parece ser diferente de todos os outros.
E quando se joga o Antigo Testamento nessa mistura, AS COISAS FICAM MUITO CONFUSAS, mais ainda com alegações da interveniência do sobrenatural, de um espirito santo, como prova de nascimento de um suposto Jesuis. É realmente mentiras tem pernas curtas.
Os autores de Jó  AFIRMAM explicitamente QUE NÃO HÁ VIDA APÓS A MORTE .
Durante muito tempo houve um debate  acalorado sobre quais os “Evangelhos” deveriam ser considerados divinamente inspirados. Alguns defendiam esses, e alguns , outros, e muitas vidas se perderam de forma horrível em função disso. Ninguém se deu ao trabalho de dizer que todos foram escritos pelo homem muito depois do suposto drama ter terminado.   Este é um dos melhores argumentos  para a altamente questionável existência de Jesus.  Discípulos sobreviventes  analfabetos não nos deixaram qualquer registro, e de qualquer forma nunca  poderiam ter sido “cristãos”, já que nunca iriam ler esses livros posteriores em que os cristãos, precisam afirmar a crença, e de qualquer forma  não teriam qualquer ideia  de que alguém iria um dia fundar uma igreja com base nos pronunciamentos do seu avatar. Também não há uma só palavra em qualquer dos Evangelhos posteriormente montados que indique  que Jesus queria ser o fundador de uma Igreja.  Religião é criação é criação do homem e os Evangelhos são a prova disso.
Ou os Evangelhos são de certa forma essencialmente verdade, ou toda a coisa é fundamentalmente uma fraude e talvez uma  FRAUDE MORAL.  Bem, pode ser afirmado com certeza,  que os Evangelhos quase certamente NÃO SÃO  VERDADE LITERAL. Isso significa que muitos dos “ditos” e ensinamentos de Jesus são ouvir dizer em cima de ouvir dizer. A disse a B, que ouviu de C, que aprendeu com D.  O que ajuda a explicar a sua natureza truncada e contraditória.
Nunca é demais repetir a afirmação do Ivani de Araujo Medina: “-… Justificativas autobiográficas só servem para quem quer ser enganado e enganar os outros, o que não é o nosso caso. Somos os questionadores dessas “verdades”. Para mim e muitos outros pesquisadores, o NT com tudo e todos que nele há, é um romance pretencioso, que objetivava blindar a suposta história da origem do cristianismo no abrigo do sagrado”.
Alguns se recusam a ouvir – É QUASE COMO SE TAPASSEM OS OUVIDOS E CANTAROLASSEM ALTO PARA NÃO TER DE ESCUTAR NADA QUE OS FAÇA DUVIDAR DE SUAS ESTIMADAS CRENÇAS SOBRE A Bíblia e os mitos da caverna. Ou como a Lilian, já comentou aqui:
“…Caçar verdades e mentiras e depois separá-las e publicá-las em livro dá um baita trabalho, sabia? Não, talvez não saibam porque, de um modo geral, os crentes não fazem isso: não pensam (preferem que pastores pensem por eles), não pesquisam (pra quê, se já têm cabeça feita?), não leem (a não ser que seja a Bíblia, revistas, jornais e livros do Edir Macedo) e raríssimamente escrevem livros (os que já escreveram devem ser 0,00n% do total).”
Isso me traz muitos inimigos, mas tenho obrigação de expressar  o que penso, uma questão de ser honesto comigo mesmo e com outros. Suponho que estou atentando contra o seu negócio, que é vender no mercado da fé “salvação”.  Outros estão ansiosos por se libertar inteiramente dos limites da igreja e da religião, devorando as informações que dou como se isso fosse uma licença para desacreditar. Mas a maioria das pessoas nas ruas e nos bancos das igrejas nunca ouviu isto antes. Isto é uma vergonha, e chegou o momento de fazer algo para resolver esse problema.
Assim, portanto, deixemos os defensores e partidários da religião confiarem apenas na fé, e que eles sejam corajosos o bastante para admitir que é isso o que estão fazendo.
“Conhece a si mesmo”, disseram os gregos, gentilmente sugerindo os consolos da filosofia.
Oiced Mocam,
colaborou sobre as confusões mentais acerca de Deuses e seu apego a um Deus imaginário ilusão. E, talvez, com um pouquinho de esperança.

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