Muito bem definido isso que diz, sobretudo em relação a ser “Um com Deus”… Um com o Universo, portanto, mesmo sendo distintos… “Somos todos UM”! E o que nos faz distintos é o meio em que fomos criados, educação que recebemos desde a infância, os ensinamentos religiosos, a concepção da Verdade religiosa… Tudo isso faz com que muitos se imaginem pequenino demais, insignificantes demais… Inferiores demais diante de Deus, muitos tem esta mentalidade porque assim aprendeu e creram.

Imaginarmos que Deus seja Amor e ao mesmo tempo justiça… (fogo consumidor)… Que somos seus filhos e ao mesmo tempo servo, também não se encaixa, não se concebe que um pai amoroso castigue seus filhos no inferno eterno… No Amor não há castigo, não há medo, más liberdade. Um “livre arbítrio” acompanhado de regras, de escolhas, de possibilidades não esta alicerçada no Amor… Mas no medo. Eu me nego a imaginar Deus com um ditador, me nego a vê-lo como um Deus ciumento que castiga os pecados dos pais até a terceira e quarta geração:Êxodo 20:5.

Eu me nego a crer em um Deus que ameaça de invocar os céus e a terra como testemunha para fazer valer aos homens os seus estatutos de escolhas: Deuteronômio 30:19. O Deus que creio é apenas Amor, este amor é incondicional, entretanto se para muitos sou considerado louco, diria apenas que não seguimos ao mesmo Deus, que o Deus que creio é Icognoscivo e Inominável… Somos um com o “Espírito Eterno” Somos todos um.

TUDO QUE NOS PASSARAM PODE SER UMA INVERDADE!
Francisco Oliveira.

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