Origem do efeito das afirmações
esotérica 2

        A palavra do homem é o Espírito no homem. As palavras faladas são sons produzidos pelas vibrações dos pensamentos. Os pensamentos são vibrações emitidas pelo ego ou pela alma. Deverias saturar cada uma de tuas palavras com as poderosas vibrações de tua alma. Se um homem é incapaz de infundir em suas palavras a força do espírito, sua linguagem é morta. Quando falamos demasiado, ou quando exageramos ou falseamos os fatos, nossas palavras se tornam tão sem efeito como balas de papel disparadas por um rifle de brinquedo. É por isso que tanto as palavras como as preces de pessoas loquazes ou inescrupulosas em sua linguagem, geralmente carecem de poder para operar uma mudança no curso dos acontecimento. As palavras dos homens deveriam expressar não apenas a verdade, mas também sua própria compreensão e realização dessa verdade.

         Uma linguagem desprovida da força do espírito, se assemelha a uma espiga de milho desprovida de seus grãos.

 

O poder espiritual da palavra humana

        Palavras plenas de sinceridade, convicção, fé e intuição, atuam como bombas vibratórias altamente explosivas, cujo estouro desintegra as rochas das dificuldades, operando a transformação desejada. Evita pronunciar palavras desagradáveis, mesmo quando se refiram a fatos verídicos. Quando, ante um conflito, repetimos afirmações sinceras, com plena compreensão, sentimento e determinação, estas atraem infalivelmente a ajuda da Onipotente Força Cósmica Vibratória. Apela para este Poder com confiança infinita, desfazendo toda dúvida; de outro modo a flecha de tua atenção errará o alvo.

        Uma vez que hajas semeado na terra da Consciência Cósmica as sementes de tuas orações, não as escaves freqüentemente, com o objetivo de comprovar se germinaram ou não. Concede às forças divinas a oportunidade de operar ininterruptamente.

 

        Não existe nada superior à Consciência Cósmica, ou Deus. Seu poder sobrepõe-se infinitamente aos limites da mente humana. Assim, pois, busca somente Sua ajuda, o que não significa que deverias tornar-te passivo, inerte ou crédulo, como tampouco que deverias desprezar o poder de tua própria mente. O Senhor ajuda aos que se ajudam a si mesmos. Ele te dotou dos poderes da vontade, da concentração, da fé, da razão e do sentido comum, com o objetivo de faças uso deles em teus esforços por libertar-te das perturbações físicas e mentais. Deverias aplicar todos esses poderes, mas apelando simultaneamente à ajuda de Deus.

         Ao emitir tuas orações ou afirmações, faze-o sempre com a confiança de que estás empregando teus próprios poderes – poderes recebidos de Deus – seja para curar-te a ti mesmo ou a outros. Pede a ajuda divina; mas, simultaneamente toma consciência do fato de que és tu mesmo quem está fazendo uso, como um amado filho do Senhor, dos dons que recebeste Dele – a vontade, a emoção e a razão – para resolver todos os complexos problemas da vida. Deveria estabelecer-se um equilíbrio entre o conceito medieval da dependência total do homem com respeito a Deus, e o hábito moderno de depender totalmente do ego.

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